Fazendo a diferença


fazendo copy

 

Quando Jesus não se apresentou exatamente como as pessoas estavam esperando, causou confusão para o entendimento das pessoas e desapontamento. Obviamente que isso não O diminuiu em nada, mas nada disso importava para a população porque queriam ver um rei nos padrões que estavam acostumados.

Presos as aparências, os espectadores compararam as virtudes de Jesus às fraquezas dos reis humanos e não entenderam nada. Sua humildade no lugar do orgulho, Seu amor no lugar do egoísmo e etc., em vez de despertar a admiração, causaram muita confusão para a compreensão popular. E, portanto, se descriminar as pessoas pelas suas limitações pessoais é um erro grave, o que dizer da exclusão, ou aceitação apenas pela aparência? O homem valorizou tanto as posições sociais que sempre reservou um tratamento específico para cada um, de acordo com o status de cada um. Os indivíduos são tão conhecidos pelas profissões, pelos cargos que ocupam que os papéis sociais se confundem com a própria identidade das pessoas.

Talvez por isso que desde a infância todos são treinados para competir, lutar para ter algo, lutar para ser alguém. São estimulados a ampliar os horizontes, a vivenciar diariamente novas conquistas e aprender que o mundo não trata bem quem não tem algo para oferecer. Talvez este continue sendo o maior desafio a ser vencido pela igreja de Deus. A preocupação egoísta conosco mesmos e o esquecimento do sofredor, do desamparado, do perdido, do negligenciado e abandonado pelo mundo.
Mude os seus conceitos. Faça diferença. Alguém espera por você para conhecer Jesus.

Pr. Alberto.